Ministro do Supremo Tribunal Federal · Brasil
Brasil · quem julga
- Responsabilidade
Decide se leis e atos do governo respeitam a Constituição. Não é eleito: é indicado e fica até os 75 anos.
- Julga se uma lei ou uma decisão do governo respeita a Constituição
- Julga o presidente, deputados e senadores acusados de crime comum
- Dá a palavra final em disputas entre a União e os estados
- Suas decisões orientam todos os tribunais do país
- O que faz parte
- Derrubar uma lei aprovada pelo Congresso quando ela contraria a Constituição
- Julgar um deputado ou senador acusado de crime durante o mandato
- Resolver conflito entre um estado e a União, por exemplo sobre dívida ou imposto
- Definir como um direito da Constituição deve ser aplicado quando a lei não diz
- O que não faz parte
- Fazer lei: quem faz é o Congresso. O STF diz se a lei vale ou não
- Nomear ministros de Estado, executar orçamento ou comandar polícia: é do presidente e dos governadores
- Julgar divórcio, cobrança ou causa trabalhista: isso começa no juiz da sua cidade ou na Justiça do Trabalho
- Organizar a eleição e contar os votos: é da Justiça Eleitoral (TSE, Tribunal Superior Eleitoral)
- Salário mensal (bruto)
- R$ 46.366,19 por mês
Fixado por lei federal (Lei 14.520/2023). Vale desde 1º de fevereiro de 2025 e é o teto do serviço público: nenhum servidor, em nenhum nível de governo, pode receber subsídio maior.
Fonte oficial (abre em nova aba) · verificado em 10/09/2026
O valor é o subsídio bruto mensal. Auxílios, verba de gabinete e 13º ficam fora.
- Mandato
- até os 75 anos
- Próxima eleição
- Não há eleição para este cargo. Veja “Como é escolhido”.
- Como é escolhido
- Indicado pelo presidente da República e aprovado pelo Senado depois de uma sabatina. Fica no cargo até os 75 anos, sem mandato.
- Vagas
- 11 ministros · 10 ocupadas hoje
Quem ocupa hoje (10 de 11)
Em setembro de 2026 o STF tem 10 ministros: a vaga aberta em outubro de 2025 ainda não foi preenchida (o Senado rejeitou a indicação anterior em abril de 2026).
- Alexandre de Moraes
sem partido · desde 22/03/2017
- André Mendonça
sem partido · desde 16/12/2021
- Cristiano Zanin
sem partido · desde 03/08/2023
- Cármen Lúcia
sem partido · desde 21/06/2006
- Dias Toffoli
sem partido · desde 23/10/2009
- Edson Fachin (presidente)
sem partido · desde 16/06/2015
- Flávio Dino
sem partido · desde 22/02/2024
- Gilmar Mendes
sem partido · desde 20/06/2002
- Luiz Fux
sem partido · desde 03/03/2011
- Nunes Marques
sem partido · desde 05/11/2020
Fonte: Câmara, Senado, gov.br e STF · atualizado em 19/09, 07:25